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Cruzeiro.Org - 25 anos



Joao Duarte, uma Voz da Velha Guarda Azul
Joao Duarte, engenheiro escreve periodicamente no Cruzeiro.Org

20/09/2017 | Joao Duarte
Prós e contras da Modernização do Futebol

O tema veio à tona com o episódio do jogo Corinthians 1 x 0 Vasco. E você, é contra ou a favor da tecnologia no futebol ?

Mundo Azul,


A ÉTICA E A INTRODUÇÃO DA TECNOLOGIA NO MUNDO DO FUTEBOL - Em vários esportes a ajuda das novas técnicas tem sido adotada para auxiliar aos árbitros nas marcações. Os exemplos estão aí mostrados no Futebol Americano, no Vôlei, no Tênis, nas transmissões da Fórmula 1, etc.
Há que se considerar as particularidades do futebol e a simplicidade das regras, mas, nos dias de hoje nos quais a partir de um celular em segundos o torcedor tem à sua disposição a repetição das imagens do jogo, cada vez mais a intolerância vai tomando conta dos campos de futebol.

As coisas mudaram foram do campo e dentro das 4 linhas, ainda prevalecem as regras antigas, que permitem mais e mais discussões, opiniões acaloradas e muitas vezes, as pessoas ofendem aos que ainda conservam a sua visão lúdica do futebol. Claro que a história de ganhar com um gol de mão como fez Diego Maradona na Copa de 1986 no México foi errado, mas, vá lá na Argentina e perguntem aos patrícios do craque porque o lance ficou conhecido como La Mano de Dios... A esperteza de Maradona foi decantada em verso e prosa, pois, aquele gol contra a Inglaterra (desafeto no país latino por causa da guerra das Malvinas) foi considerado como um tapa de luva na cara dos ingleses e de toda a sua arrogância por parte de los hermanos.

☻ OS EPISÓDIOS ENVOLVENDO O JOGADOR JÔ - No último domingo o atacante corintiano Jô, claramente fez o uso do braço direito para definitivamente empurrar a bola para dentro do gol (tenho minhas dúvidas se a bola mesmo não tocada por ele não acabaria entrando no gol do Vasco) e desta forma conquistar a vitória de 1 x 0 que ampliou a liderança corintiana na ponta da competição de 8 para 10 pontos (53 x 43) em cima do Grêmio, o atual 2º colocado.
Claro que Jô sabia que tinha metido o braço, mas, diante do lateral esquerdo cruzmaltino Ramon, afirmou que tocara com o peito.
Reconheço que seria muito difícil para qualquer jogador dizer para o árbitro que invalidasse o gol, porque havia tocado com o braço na bola, portanto, fazendo a falta. Mas, o pior é que o mesmo jogador há uns 5-6 meses atrás, fora beneficiado num lance de extremo fairplay do zagueiro do São Paulo, Rodrigo Caio, que lhe evitou um cartão amarelo, e mais que isto, possibilitou que ele jogasse a partida seguinte e neste jogo ainda fizesse o gol que eliminaria o São Paulo da final do Campeonato Paulista de 2017.

Jô deu entrevista à ESPN no Bola da Vez que foi ao ar nesta 3ª feira (o programa fora gravado antes do jogo contra o Vasco) e se dizendo homem de Deus, que havia mudado a sua forma de pensar e de agir em decorrência do fairplay de Rodrigo Caio... Infelizmente, na 1ª oportunidade que teve, nem mesmo sabendo que havia feito o gol de forma irregular, não assumiu o erro, o que deixou irritados vários comentaristas esportivos espalhados Brasil afora.
E desta vez, creio que os adjetivos colocados no atleta de contraditório, pouco inteligente, cínico, incoerente, antiético, malandro, todos encontrem uma razão de ser.

☻ SERÁ QUE A ÉTICA MUDOU NO FUTEBOL ? - Os tempos mudam e a percepção das coisas com o volume de informação que se tem nos dias de hoje, tendem a mudar muito mais rapidamente.
Em 1962, Nilton Santos a enciclopédia do futebol, deu 2 passos à frente e transformou um pênalti para a Espanha em falta perigosa. Se a penalidade fosse marcada e convertida, provavelmente o Brasil teria sido eliminado ainda na fase de grupos e não teria sido bicampeão. Muita coisa teria mudado no nosso futebol. Hoje, 55 anos depois, o ato de Nilton Santos seria execrado por estes que se dizem éticos e acima do bem e do mal.
Não é por aí...não mesmo. Claro que o futebol tem muito mais exposição hoje, mas, há um exagero absurdo nestes que querem ficar de bem com a opinião pública, querendo se marcar como éticos.
Por esta razão os mais velhos estão achando muito chatos estes excessos de MIMIMI que se observam hoje. Chegam a colocar culpa da violência das torcidas por causa de declarações de jogadores em campo. Hoje em dia, não se pode mais tirar sarro do adversário. Túlio, Dadá Maravilha, Nunes, Renato Gaúcho, Souza, Vampeta seriam odiados nos dias de hoje.
Imaginem o título carioca de 1971 ser discutido porque o árbitro não deu a mão de Wilton no final do jogo que o Fluminense bateu o Botafogo por 1 x 0
e causou trauma enorme nos alvinegros.
Hoje, tive que ouvir o absurdo do sr. Fancincani (FOX Sports Radio Brasil) querendo que o placar do jogo do Corinthians voltasse para 0 x 0 e conferindo um ponto para cada time. Creio que conhecendo a vertente de humor do programa a opinião dele tenha sido colocada mais para gerar polêmica e a gritaria costumeiras, quando expressas opiniões mais radicais.

Eu também queria ter de volta o título brasileiro de 1974, uma vez que o Cruzeiro foi assaltado no Mineirão por Sebastião Rufino e depois por Armando Marques no jogo desempate ao inventar um impedimento de Baiano no lance do gol de empate do Cruzeiro aos 45 da etapa final marcado pro Zé Carlos.
Haveria um chororô geral, porque muitas competições foram decididas por arbitragens tendenciosas e que puxaram sempre a brasa para os times do eixo Rio-São Paulo.
Não é que a ÉTICA tenha mudado. O que é errado hoje, o era há 70 anos atrás, quando o Estado de Minas ainda se intitulava o órgão ophicial de comunicação do Club Athletico Mineiro e isto era considerado normal.

☻ O QUE MUDOU NO FUTEBOL DOS ÚLTIMOS TEMPOS ? - A quantidade e também a qualidade da informação relativas às partidas de futebol é que mudaram e muito, com o advento da INTERNET e da digitalização das imagens.
Hoje já se tem tecnologia para determinar se a falta foi dentro ou fora da área, se a bola entrou ou não entrou no gol, se o atleta estava impedido ou não (os famosos tira-teimas), o zoom para ver se houve ou não falta, se a bola bateu na mão ou não e claro determinar se o lance foi para expulsão ou punição com cartão amarelo, mas, ainda será preciso do homem para ajudar à tecnologia. E enquanto o homem estiver presente, sempre haverá a possibilidade de equívoco.
Por exemplo, em lances interpretativos, como a marcação de faltas por exemplo, já vimos árbitros de futebol consagrados terem opinião divergente, mesmo observando a mesma imagem.
Por exemplo, falando de Minas Gerais, se o Márcio Rezende de Freitas e o Bob Faria estivessem a carga da função de árbitro de vídeo todo lance na área do Cruzeiro seria pênalti contra a gente (rs, rs, rs).
Então a adoção da figura do árbitro de vídeo não eliminaria completamente a possibilidade de erros, especialmente nos lances em que houver a subjetividade. Mas, por exemplo, impedimentos, bola dentro ou fora do gol, falta dentro ou fora da área, seriam facilmente implantáveis como já existe no tênis ou no vôlei.
Agora se foi falta ou não, fica difícil e neste caso, a opinião do juiz central e seus auxiliares teria que continuar sendo dominante. Talvez, neste caso, seria oportuna a concessão de um desafio por tempo para cada time (solicitado pelo técnico do time ou pelo capitão), como se faz nos jogos de vôlei , por exemplo.

☻ HÁ MOMENTO CERTO PARA A INTRODUÇÃO DA TECNOLOGIA NO FUTEBOL ? -
Creio que a introdução da tecnologia no futebol seja algo que será implementado nos próximos anos também aqui no Brasil. Já há experiências em curso na Itália e na Alemanha que poderão nos servir de base.
Agora fazer isto no momento atual e no meio da competição, em função do problema do último domingo é um verdadeiro disparate.
As coisas têm que ser melhor analisadas, testadas, desenvolver a tecnologia e ter à disposição em todas as partidas de uma competição de pontos corridos, de forma que TODAS AS PARTIDAS tenham o mesmo peso e valham o mesmo nas competições.
Se está determinado que o campeonato brasileiro de 2018 terá o uso da tecnologia para se dirimir as duvidas de arbitragem nos quesitos tais, tais e tais, então, há que se dar o prazo de implementação das mesmas em todos os estádios que forem indicados pelos clubes como mandantes e mais, se determinar como serão escolhidos os árbitros de vídeo que atuaram em cada jogo, se estarão num centro de imagens ou em local escolhido dentro do próprio estádio. E isto demanda tempo.
Mas, se há a determinação de se fazer, que se envie as pessoas responsáveis pela implementação do projeto para verificar os problemas que os sistemas enfrentam na Itália e Alemanha, conheçam o estado da arte e possam finalmente customizar uma solução para ser implementada no Brasil.
Ainda temos 8 meses até o início do próximo campeonato brasileiro e há possibilidade de se reduzir os erros de arbitragem, mas, desde que a coisa seja bem pensada, regularizada, explicada a todos como irá funcionar e que a informação seja divulgada a todos os que amam este esporte fascinante que é o futebol, para se reduzir as queixas.
Muitos dirão que o futebol vai perder a graça, sem a possibilidade de se resenhar ou tirar sarro dos adversários. Creio que é uma coisa normal com a evolução da tecnologia, outros pontos serão sublimados e as inovações certamente vão aparecer. Que não sejam os tais vigias, que o Arnaldo César Coelho execrou desde sempre. Não servem para nada.

OPINIÃO : Eu sou favorável à introdução das tecnologias nos campos de futebol onde seja possível implementar, mas, desde que TODAS as partidas de uma mesma competição estejam sujeitas ao mesmo conjunto de regras. Fazer as coisas movidos pelo sensacionalismo ou pela paixão de momento jamais é recomendável. Assim, adotar o árbitro de video na partida final da Copa do Brasil será um acinte, até porque no jogo da ida o gol do Flamengo foi marcado em completo impedimento e tenho convicção que só não foi anulado por causa da pressão do Maracanã cheio de flamenguistas, em que pese a torcida do Cruzeiro ter calado o Maracanã, conforme comentário de todos que estiveram no local.
O tema veio à tona com o episódio do jogo Corinthians 1 x 0 Vasco. E você, é contra ou a favor da tecnologia no futebol ?

☻ As homenagens especiais desta coluna hoje vão para : Izaura T. N. C. Duarte, minha esposa e aniversariante do mês de Setembro (11).

☻ Aqui do Cruzeiro.Org : Ronito, Drª Celeste, Evandro Oliveira, Fernandão (meu colega aqui do lado), J. Alfeu, Toninho Caixeta, Aloísio Mendes, Fábio Velame, Aladim, Tiago Campos e Carlos H. C. Campos.

☻ E de Conceição do Mato Dentro-MG e Vitória-ES Sérgio Rangel Gomes, Eder Lana de Oliveira, Vinícius Andrade, João de Castro Coura, Cláudio Guimarães e Emmy Silva (Vitória-ES) e Sebastião Costa Filho, Carlos Tomazzi, Renato Guimarães, Pico Guimarães, Eliezer de Souza Matos, Guilherme Diniz Duarte, Joaquim Duarte Lage Neto, Leila Gilmara Duarte Santana, Soninha Silva Duarte, Dalmar Duarte e Waldenia Duarte Sapore.

Cruzeiro, Cruzeiro Querido...Tão Combatido, Jamais Vencido

Joao Duarte
joaochiabi@globo.com

Leia também as colunas anteriores Joao Duarte, uma Voz da Velha Guarda Azul

As opiniões e declarações aqui expressas são de inteira responsabilidade do autor. O Site Cruzeiro.Org não responde por nenhuma opinião assinada.

Comentários:  Clique aqui e faça seu comentário sobre a coluna

 Fernandao_Br | Belo Horizonte | 20-09-17 09h52min
Valeu pelo abraço, João - o retribuo. Concordo que adotar as coisas no atropelo só traz descrédito às competições e a própria arbitragem eletrônica. O Brasil tem o calendário ideal para a implementação do VAR em janeiro, já que o recurso poderia ser amplamente testado e debatido nos estaduais. Fazer isso de supetão agora é no mínimo estranho. Não sou partidário de teorias da conspiração, mas vejo uma mãozinha do Flamengo nesse caso. Cogitar isso dia 27 é um despropósito.
 Fernandao_Br | Belo Horizonte | 20-09-17 09h57min
Não tenho, ainda, opinião formada sobre o assunto. O futebol é naturalmente avesso à arbitragem eletrônica por causa da dinâmica do jogo. Isso teria que evoluir muito para ser em tempo real. E não vejo muito como. Para ilustrar a situação: Pense num impedimento não marcado seguido de um contragolpe rápido. Se constata tardiamente o impedimento e impede a chance de gol... do adversário. Mesmo os lances não-interpretativos como impedimento, tem interpretação, na aplicação da vantagem.
 Aloisio Mendess | Santa Maria/ DF | 20-09-17 10h03min
João Duarte, primeiro obrigado pela homenagem. Achei bastante oportuno sua coluna abordar a introdução da tecnologia no futebol. Penso que todo esse alvoroço sobre o gol de mão do Jô só tem a nos beneficiar. Não falo da aplicação da tecnologia neste jogo final da Copa do Brasil, mas penso que os olhos do Brasil inteiro estarão voltados para o Mineirão. Podem ganhar? Sim, e espero que não, mas terá que ser na bola.
 Aloisio Mendess | Santa Maria/ DF | 20-09-17 10h11min
Entendo que deva haver um tempo para a aplicação dessa tecnologia, mas fico imaginando se em 1974 houvesse esse recurso, o tal de Armando Marques nos teria roubado aquele título? E em 2010 o suposto penâlti no Ronaldo teria sido marcado? E por aí vai. Futebol carioca não teria todos esses títulos de campeões brasileiros. Penso que se for usado de forma honesta, tem tudo para ajudar a melhorar o futebol.
 Aloisio Mendess | Santa Maria/ DF | 20-09-17 10h31min
A questão de ética é bastante controversa, em todos os segmentos da sociedade. Uma amiga brasileira e que mora na Inglaterra esteve no Rio de Janeiro e foi multada por jogar uma ponta de cigarro no chão. Meu irmão foi me levar ao aeroporto Santos Dumont e quase fomos linchados por acharem que o carro era UBER. Onde está a ética? Essa amiga está errada? Até que ponto? Fico imaginando que fizeram um circo enorme em torno do gol do Jô....
 Aloisio Mendess | Santa Maria/ DF | 20-09-17 10h41min
Ele foi cobrado dessa forma devido a postura anterior no Fair play do Rodrigo Caio. Falou demais e por isso foi cobrado dessa forma. Se Jô fosse ético e acusasse o uso da mão teria sido aplaudido ou xingado pela torcida do Coríntians? Acredito que uns gatos pingados o apoiaria, mas a imensa maioria iria querer ele fora do time. Assim é nosso Brasil. O uso da ética é para os outros. Assim são nossos políticos que deixam a população sem atendimento hospitalar e sem escola de qualidade.
 marco | Curitiba | 20-09-17 12h30min
Caro JD, minhas opiniões sobre o temas são as seguintes: Implantar o vídeo agora é oportunismos e canalhice. Implantar ano que vem e para todos os jogos é correto e traria mais justiça ao futebol e diminuiria o poder de manipulação de resultados. Me desculpe que acha que o futebol perderia a graça, mas não acho graça em vitórias ilegais. Jô poderia ter admitido o que fez após o jogo, pois durante também entendo que seria irreal, mas não o fez e aí demonstrou seu verdadeiro caráter.
 heliosangueazul | São Paulo | 20-09-17 16h13min
João Duarte. Muito oportuno esse tema, concordo que o momento não é apropriado para ser implantado esta tecnologia já no campeonato em andamento, muitos clubes poderão reivindicar correções em erros que os prejudicaram anteriormente, embora isso seja apenas previsões. Mas enfim, se implantada no tempo certo, com os envolvidos já bem treinados, acho uma boa, pois percebe-se que os árbitros na dúvida sempre favorece o clube de maior expressão e até de determinada localização regional.
 Ronito | Marilia | 20-09-17 16h16min
Obrigado pela homenagem e por mais essa coluna democrática, João! Sobre a tecnologia, sou a favor, passou da hora de acabarmos com a tendência descarada descarada ajudar o eixo RJ-SP. Sobre utilizar a tecnologia dia 27? Que dúvida cruel! Temo pela pressão carioca nos excessos de paralisações, deixando os nossos jogadores e torcida nervosos, e isso não é bom! E temo também pela ajudinha extra que será dada ao Flamengo caso não tenhamos o VAR no jogo. Na dúvida, põe mais 2arbitros nas 4 linhas
 Thiago Campos  | N�o definido | 21-09-17 14h53min
Grande abraço para você João Duarte, minha opinião sobre a tecnologia é a seguinte: lance de bola entrou ou não, sou a favor pois é instantâneo. Impedimento, deve ter um critério definido como por exemplo um desafio por tempo para cada técnico. Demais lances tem que ser muito bem pensado para não estragar a dinâmica do jogo que é o diferencial do esporte. Que chegue logo dia 27 para essa ansiedade passar.
 Celeste | Sorocaba-Itajub� | 21-09-17 21h24min
João, obrigada pela homenagem. Eu também achei que a bola já havia passado da linha quando tocou o braço do Jô. Penso que a tecnologia pode ajudar, mas é preciso critério para não atrasar os jogos. Nas questões disciplinares ela seria de importância vital: para anular um cartão aplicado ao jogador errado. Punir um outro que tenha cometido uma falta grave longe dos olhos do juiz ou simulado outra e etc...
 pyxis | BHZ | 21-09-17 23h45min
JDuarte, me desculpe mas esta tecnologia no mundo está dando problemas (converse com seus amigos em Portugal).
Aqui no Brasil colocaram o Meira Ricci para se capacitar no Paraguay com objetivo de treinar os árbitros brasileiros.
Eurico Miranda foi reclamar com Del Nero na CBF a questão do gol do Jô, jogador que conversou fiado e está Sendo usado para ´exemplação`.
Você acha que a questão é ser favor ou não do uso de tecnologia???
Fala Sério !!!
 Celeste  | Sorocaba-Itajub� | 22-09-17 20h16min
MM faz de tudo para as coisas darem errado.O Arrasca deveria ficar em BH.
 azul10 | Não definido | 24-09-17 02h32min
SCEC! a Todxs. Sobre a Utilização das TIC's (Tecnologias de Informação e Comunicação) no Esporte, Sou TOTALMENTE FAVORÁVEL. *Para o jogo de volta contra o urubu-malandro*, concordo que *não devam ser, porque a chance do crf ser beneficiado é grande*.
 estrelado campeao | Ubá  | 24-09-17 17h03min
Boa tarde João Duarte. Sou a favor da utilização das tecnologias no futebol. A questão é a ética de quem vai operar. Isso é preocupante. A tecnologia já foi usada duas vezes a favor do Flamengo. Contra o Avaí e contra o Santos. Isso sem ser implementada de forma oficial. Portanto, nada de usar já no dia 27.
 estrelado campeao | Ubá  | 24-09-17 17h07min
A questão da ética é fundamental. E no futebol existe um máxima implícita, de que ética e futebol são incompatíveis. O exemplo do Jô e do Nilton Santos, com mais de 50 anos entre os acontecimentos, demonstram que essas atitudes acabam sobrepondo o gesto do Rodrigo Caio. Mas , não podemos desistir.
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