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João Duarte, uma Voz da Velha Guarda Azul
João Duarte escreve às sextas-feiras

16/09/2007 | João Duarte
O Clássico e Suas Histórias

"Clássicos normalmente sào definidos no meio-campo e nos detalhes. Arbitragem é sempre fator crítico. Raça e determinação fundamentais. Nome não ganha

Mundo Azul,


Algumas Histórias do Clássico
É incrível como a superstição toma conta das pessoas na semana ou mesmo nas antevésperas dos clássicos. Tenho um amigo que repete a camisa, outro que vai com a mesma roupa de baixo se deu sorte, mas, para não ser diferente tenho lá as minhas convicções. Este é o tipo do jogo no qual o controle emocional, a calma na hora de decidir costuma ser fator preponderante e decisivo. Já vi grandes jogadores serem renegados à segunda classe por não se darem bem nos clássicos. Do lado celeste eu me lembro de Mauro, Eudes, Edmar e Roberto César que eram grandes atacantes, mas, na hora dos clássicos não conseguiam ter o mesmo rendimento. Entretanto Fábio Jr., Marcelo Ramos, Alex10, Geovanni e nos últimos tempos o Guilherme e Wágner são os jogadores nossos que sabem jogar bem este jogão. Clássicos normalmente são definidos no meio-campo (quem marca melhor e com mais aplicação tem vantagem considerável) e nos detalhes. Arbitragem sempre é fator crítico. Raça, determinação e vontade são fundamentais. Mas, nome nunca ganhou jogo...”


Já vi o Cruzeiro com um time muito pior do que o deles ganhar bem e também já pude vivenciar o contrário. Mas, se tem um ponto que a nossa diretoria tem que estar atenta é quanto à questão da arbitragem. Nos últimos 3 jogos mesmo a gente tendo ganho os dois últimos o clube foi muito prejudicado (pênalti inexistente no último, expulsão absurda do Luizão no penúltimo e a sacanagem no 1* clássico das finais quando tivemos 2 jogadores expulsos, pênalti cavado marcado e ainda por cima o absurdo daquele 4* gol deles). Representações foram feitas, mas, não se viu nada de diferente. O ataque do Cruzeiro se aproxima dos 100 gols em 2007 e poucos, mas, muito poucos mesmo decorrentes de penais a nosso favor. Mas, contra já tivemos vários.

Mas, o nosso clássico teve lá seus momentos marcantes, para cada um de nós. Para mim, compartilho os meus momentos especiais :


- A jogada inesquecível do clássico : a finta do Ronaldo que deixou o Kanapkis comendo grama defronte ao banco do Cruzeiro nos 3 x 1 de 06/03/1994.. o fenômeno fez os 3 e se consagrou como artilheiro a partir dali. E ali a Selegaylo foi para as cucuias...

- O gol mais emocionante que presenciei : o gol do Joãozinho aos 14’ do 2* tempo da prorrogação no jogo decisivo do Campeonato Mineiro de 1977 (Cruzeiro 3 x 1 de 09/10/77) e o Joãozinho correndo com o braço levantado em direção à torcida, após meter a bola no gol do João Leite, recebendo um bolão do Nelinho e passando de passagem pelo Márcio Paulada.. Ganhamos o título em cima da empáfia do Cerezo e da crônica alvinegra que diziam que enquanto os 4 fantásticos (Cerezo, Reinaldo, Marcelo e Paulo Isidoro) estivessem jogando com a camisa deles a gente não saberia o que seria vitória.


- A comemoração inesquecível : Paulinho McLaren imitando galinha após definir o clássico de 03/11/96.

- A vitória mais surpreendente : A vitória de 1 x 0 com um gol chorado do Jacinto em 11/10/1981. Olhem os times para sua comparação : Cruzeiro comandado interinamente pelo 109 – Vicente Lage (Luiz Antônio, Carioca, Abel Braga (o treinador campeão do mundo com o Internacional), Calú e Hilton Brunis; Toninho Oliveira (este que hoje é preparador físico de sucesso), Zé Henrique (o meia que veio do Uberaba), Jacinto e Jair ( o príncipe Jajá que voltava de contusão); Luiz Carlos Uberaba e Edu Lima (que fazia a sua estréia no time principal aos 16 anos) e do outro lado o time comandado pelo Carlos Alberto Silva (João Leite, Miranda, Osmar Guarnelli, Luizinho e Jorge Valença; Heleno (De Rossis), Renato e Helinho (Marcus Vinícius o que era chamado de príncipe); Tita, Fernando Roberto e Éder)...


- Os atacantes em que eu sempre acreditava nos clássicos : Natal, Dirceu Lopes, Evaldo e Tostão I (nos anos 60), Palhinha e Joãozinho (nos anos 70), Tostão II, Seixas e Careca (nos anos 80), Marcelo Ramos e Fábio Jr.(nos anos 90) e Alex10, Fred, Wágner e Guilherme nesta década...

- A goleada inesquecível : Sem sombra de dúvidas foi a nossa vitória de 4 x 0 na final do 2º turno do Mineiro de 1984, com a gente ganhando ali o título. Digo ter sido inesquecível porque foi maravilhosos encontrar com os 2 atleticanos dos mais fanáticos que eu conheci na saída do Mineirão... Deitei no “capô” da Brasília do Jaldo Faria de Lima que disse para todos os amigos em comum que aquela foi a gozação mais sacana que sofrera em toda a sua vida de esportista...


- A maior virada da história dos clássicos : Em minha opinião nenhum jogo pode ser comparado aos 3 x 3 de 23/11/1967 quando começamos perdendo de 3 x 0 aos 15’ do 2º tempo quando Laci fez o 3º gol cacarejante e com menos um em campo conseguimos empatar com 2 gols de Natal e o gol de pênalti de Piazza (Natal não quis bater porque já tinha feito os 2 gols... e se desesperou ao ver Piazza correr com a bola debaixo do braço para bater o pênalti... só relaxou quando viu a nossa diminuta torcida vibrando (muito já tinham jogado a toalha, mas, meu padrinho me ensinara diferente...jogo do Cruzeiro, com este time de garotos, só termina após o apito final do juiz...e estava certo mais uma vez). Aliás, quase viramos com o chutaço de Zé Carlos que abalou as traves do Mineirão aos 44’ do 2º tempo. É por isto que nunca desisto a não ser quando as possibilidades matemáticas se esvaíram.
- O jogador mais chato do time das Cocotas : Indiscutivelmente era o goleiro João Leite que fazia ceras intermináveis rolando a bola para lá e para cá... Conseguiu superar a Cerezo e Reinaldo. Era NOJENTO !!!


Pois bem, que estas lembranças possam ajudar aos nossos torcedores a se concentrarem bastante e entrarem com mentalização positiva para o jogo. Nenhuma concessão pode ser dada aos torcedores e amantes do código de barras... Mas, após o jogo é tempo de tirar o sarro em caso de vitória ou de aceitar as gozações em caso de insucesso. É assim o futebol. A gente gosta, adora o nosso time, mas, é preciso torcer com paixão, mas, sermos mais racionais nas reações...Mas, espero que hoje eles tenham todos os motivos para apelar !!!


A Página Heróica Imortal da Semana – Este jogo que vou retratar hoje mostra que muitas vezes na história do clássico o momento do time nada determina. O cruzeiro chegara a este jogo vindo de uma derrota acachapante para o Vitória em Salvador quando perdera por 4 x 1. Já os adversários chegavam com a moral mais do que em alta pois haviam ganhado bem do Flamengo por 3 x 0. E para complicar as coisas Levir Culpi decidira sacar do time Marcelo Ramos que sempre regulava contra eles e mudar o sistema de jogo para 3-5-2, improvisando Donizete Amorim de ala esquerdo e entrando com o beque Isaías (Cris estava suspenso). O time deles comandado por Dario Pereyra vivia fase boa. Mas, sou o tipo do torcedor teimoso...e gosto de ir para o campo assistir aos clássicos quando a perspectiva nossa é de derrota certa.


Antes do jogo, a gente conjeturava e era difícil ficar otimista com Isaías e Espínola na zaga. Mas, quando o jogo começou o cenário foi bem outro. O Cruzeiro estreava o lateral direito equatoriano De la Cruz e o zagueiro Isaías que se mostravam muito nervosos e quase colocaram a coisa a perder. O tal 3-5-2 sem treino e nem ensaio deixava a todos nós desesperados. Foi então por volta dos 15’ da etapa inicial que Donizete Oliveira resolveu encaixar na marcação, pôs Espínola para bater de frente com Guilherme, Isaías colou em De la Cruz ajudando-o na marcação a Marques e Marcelo Djian, Donizete Oliveira, Ricardinho e Donizete Amorim adiantaram a marcação e junto com De La Cruz começaram a ganhar o meio-campo.

E a tônica do jogo começou a mudar. Ricardinho jogou muito bem aquele jogo como um verdadeiro armador, mais à frente. E conseguiu armar boas jogadas e chegou em condições de arrematar frontalmente ao gol de Veloso que fez as 2 defesas em 2 tempos. O equatoriano depois de titubear no começo foi se equilibrando e ao final do 1º tempo já conseguia articular melhor as jogadas e passou a se soltar como ala, preocupando a Ronildo que teve que ficar mais contido.
E já no final do 1º tempo o time adversário não tinha tanta facilidade de trocar as bolas. Donizete Amorim fazia função tática perfeita, apoiando pelo meio e fechando a lateral na marcação a Mancine que vinha no apoio.

E no intervalo, com o jogo empatado em 0 x 0, o técnico Levir Culpi mudou o posicionamento de Paulo Isidoro e de Alex Alves em campo e complicou todo o sistema de defesa alvinegro. Também a movimentação mais inteligente de Valdo fez com quem Gallo e Valdir Paulista ficassem mais presos atrás. E o espaço central do meio-campo foi explorado com competência pelos nossos jogadores. Ricardinho vindo de trás pela direita e Donizete Amorim pela esquerda ganhavam todos os rebotes. Assim, o futebol de Adriano desapareceu de campo.

E aos 4’ da etapa final o Cruzeiro começou a dar as cartas em campo. Ricardinho avançou pelo meio após bola recuperada por Donizete Oliveira e ao aproximar da área chutou forte e cruzado. Alex Doidão... rei do Mineirão, estava dentro da área, na hora certa e no lugar certo e corrigiu o chute torto de Ricardinho e colocou com inteligência no espaço vazio na saída de Veloso e fez um gol muito bonito... E saiu soltando “capoeiradas” no ar para o delírio da torcida cruzeirense, que mais uma vez era minoria no estádio. Cruzeiro 1 x 0 É incrível que sempre o time no momento mais difícil costuma se agigantar nos clássicos.


Com o placar favorável o time cacarejante tentou vir com tudo para cima. Aí veio o mérito do observador que Levir sempre usou como auxiliar técnico. De cima, o auxiliar percebeu o espaço nas costas de Mancine e foi ali que Levir mandou Paulo Isidoro se colocar. E o Cruzeiro começou a se fechar com inteligência e sair com muita velocidade para o ataque em estocadas rápidas. Djair e depois Valdo sabiam como ninguém dar continuidade e dinâmica ao time. Alternar entre a cadência e a velocidade..
Aos 14’ da fase final, o panorama de jogo mudara substancialmente e o time celeste saiu rapidamente da defesa para o ataque, com Paulo Isidoro carregando pela esquerda e rolando na medida para a definição de jogada de Alex Alves. E foi o Mineirão palco das famosas capoeiradas e do coro festivo. O baiano Alex Alves nunca fora tão feliz em sua carreira e atingia a 14 gols na artilharia do Brasileirão, colocando o Cruzeiro entre os classificáveis,.. e ainda celebrava o nascimento de sua filha com gols e mais gols.


E daí para a frente, ao domínio celeste se contrapôs o desespero cacarejante e de sua torcida. O ataque deles não ganhava nada. Guilherme e Adriano perdiam todas de Marcelo Djian e Isaías. Espínola ficava na sobra. Donizete Oliveira ajudava a De La Cruz na marcação a Marques e Donizete Amorim organizava o jogo nas costas de Mancine. E a torcida azul cantava a plenos pulmões nos Mineirão...

E quando a torcida celeste começou a entoar o “tá chegando a hora” ou o “vai embora...cachorrada” a alegria tomou mais conta ainda do mundo azul. Donizete Amorim, garoto feito em casa, arranca de trás e vai comendo a todos do time deles na finta e derivando da esquerda para o meio. Ali na altura do gol da lagoa ele rolou a bola para Geovanni, outro prata-da-casa, que chutou forte e venceu mais uma vez a Veloso e fez Cruzeiro 3 x 0 Atlético-MG. Festa, festa e mais festa.


Nós que chegamos ressabiados ao campo, não acreditando que fosse possível fazer vitória diante deles, víamos uma grande exibição dos garotos da base celeste Ricardinho, Geovanni e Donizete Amorim, que fizeram escada para que o grande momento de Alex Alves fosse corroborado no gigante da Pampulha. Depois do jogo, Alex Alves que perdera mais de 4 Kg em campo, dizia que a adrenalina dele estava tão elevada, que não conseguira dormir antes das 5 da manhã...ëstava muito a fim deste jogo... sinal de que o trabalho pré-jogo fora muito bem feito.
Então, vencer o clássico começa muitas vezes bem antes. Como a cabeça do time é preparada, de que forma ocorre o posicionamento tático do time, as características pessoais dos jogadores dos 2 times, o momento particular de alguns jogadores, a arbitragem, todos estes são fatores determinantes. O Cruzeiro vem de jogar uma partida muito ruim contra o Flamengo no Rio. E hoje, vai jogar desfalcado de seu melhor valor no meio-campo. Se entrar com raça, determinada e tiver humildade em se doar na marcação pode sair vencedor da partida.É o balanço completo destes fatores que peço dos nossos jogadores, comissão técnica e dirigentes.

Dados do Jogo : Cruzeiro 3 x 0 Atlético-MG +++ Motivo : Campeonato Brasileiro – 1ª Fase +++ Estádio : Mineirão +++ Data : 03/10/1999


. Cruzeiro (3-5-2) : André Doring; Isaías, Marcelo Djian e Espínola; De La Cruz, Donizete Oliveira, Ricardinho, Djair (Valdo) e Donizete Amorim ; Paulo Isidoro (Geovanni) e Alex Alves +++ Técnico : Levir Culpi.


.Atlético-MG (4-2-2-2) : Veloso, Mancine (Walmir), Gelson baresi, Gérson caçapa e Ronildo; Valdir Paulista (Robert), Bruno, Gallo e Adriano ( Hernani): Guilherme e Marques+++ Técnico: Dario Pereyra
.

Arbitragem : Márcio Resende de Freitas . +++ Renda : R$ 560.048,00 +++ Público Pagante : 60.164 torcedores.
.Gols : Alex Alves aos 49’ e aos 59’ e Geovanni a 89’


. Homenagens da Semana : Foi só tirar o Rdish que a coisa desandou não foi mesmo ?... Voltei com ele. Bernardo e Silvercan depois de termos trocado idéias faço questão da homenagem. E muito especialmente a um craque de personalidade exemplar que é Edu Lima, que desejo ver de novo trabalhando no Cruzeiro. E hoje é dia da galera que vive no exterior e que sempre está por aqui como : Léo Exilado, Zé do Canadá, Ivan Crazy Blue (alguém tem notícias dele para nos dar), Dezin, Ronaldinho Nazaré (que está lá se aperfeiçoando para com certeza ser um dos expoentes da medicina esportiva no Brasil em futuro breve) e claro ao grande Paulo Mendes que além de Sportingüista de Lisboa é cruzeirense até o fim.

Na esfera local : Rapozaço e Camaleão que tem feito as ilustrações mais iradas. Publique aquele Rapozaço no estádio diante do Chicken Little amanhã... E em especial a Olecram, Isaac, Carlos H. C. Campos, Arthur e Evandro Oliveira distintos membros da associação que denominamos velha guarda.

De Conceição do Mato Dentro : Carlos Magno Lages Oliveira, Sávio e Cláudio Almeida (Batatinha & Sarrata), o grande Renílson Guimarães que vai ao campo hoje com meia de algodão nos pés por minha expressa recomendação. Saudações Azuis a todos..
.

Cruzeiro, Cruzeiro Querido ... tão combatido, jamais vencido...”


João Duarte
joaochiabi@globo.com

Leia também as colunas anteriores João Duarte, uma Voz da Velha Guarda Azul

As opiniões e declarações aqui expressas são de inteira responsabilidade do autor. O Site Cruzeiro.Org não responde por nenhuma opinião assinada.

Comentários:  Clique aqui e faça seu comentário sobre a coluna

 LUIZ ANTONIO | SAMPA | 16-09-07 15h12min
Alõ mestre João. Que beleza são os clássicos, principalmente os que ganhamos. Como é bom recordar atra´ves da sua narrativa. ´`E como se vivessemos novamente aqueles momentos. Como era bom ouvir nas segundas feiras as narrativas dos melhores momentos do jogo atavés da rádio guarani. Aquele campeonato de 77 é inesquecível prá nós cruzeirenses da velha guarda como voc~e denomina. Ganhei alguns pacotes de doces em apostas naquele jogo. Foi bom de +. Espero uma boa vitória hoje. Grande abraço.
 chiabi | Nova Lima | 16-09-07 18h19min
Grande João, fico emocionado ao recordar momentos maravilhosos descritos em sua coluna desse mês. Estou na casa da minha irmã Regina, assistindo o jogo em família, num placar de 7 x 2 cruzeirenses x atleticanos. Estou radiante!!! Acabei de jogar uma bandeira preto e branca no lixo!!! Esse foi um jogo para guardar como um dos mais emocionantes da história: duas viradas, Guilherme MATADOR!!! Jogada da foquinha e 3 pontos a mais na tabela, empurrando as frangas pra segundona!!! Devolvemos os 4 2X
 ricardo | Belo Horizonte | 16-09-07 18h51min
João, hoje o Nonô assistiu ao jogo na casa do meu pai. Saiu de fininho... Me parece que ele está precisando falar com você. Abraço.
 eu_sô_cruzeiro_meu | BH | 16-09-07 21h17min
gde JD, blz cara! De volta ao BRASIL, até que enfim? Seja bem-vindo! Vencer as frangas de 4 é ótimo. Hoje aqui no LUXA, tivemos uma GUERRA de TV PPV: o nosso povão fez a festa legal nos 2 primeiros gols, principalmente porque há uma qtde expressiva de torcida COCOTA na região (infelizmente)...Bem, qdo eles empataram, retribuiram em dobro o barulho, e qdo fizeram o 3.o então, quem conhece as codornas, sabem como as mesmassõa que nemfranga, botou um ovo, sái logo cantando...pois é, EU sempre digo
 eu_sô_cruzeiro_meu | BH | 16-09-07 21h20min
calma FRANGUINHAS, o abatedoro vai abrir, e num é que o GUIGUI bateu legal, o 1.o tranformou o LUXA em silencio SEPUCRAL, o segundo virou finados de frangas... caladas, recolhiam suas cloaquinhas vermelhinhas pra cama, que é lugar de choro livre!!! Bom d++++++++++++++++++++++++++++! Se o KERLON, não atrapalhasse o GUIGUI ainda teria feito o 5.o, saiu barato pras frangas!!! Bom é ver o choro do LEÃO e demais imprensinha tristicana!!!
 eu_sô_cruzeiro_meu | BH | 16-09-07 21h23min
Obrigado pelo da "VEIA GUARDA", mas acho q o EVANDRÃO num vai gostar muito dessa menção não...kkkk! Outra: olhe bem, com CÃO na camisa, vestido de ZEBRA, se dizendo GALO, com COELHO no time e um LEÃO de técnico, definitivamente NÃO podemos chamar a torcida pateticanina de "cachorrada", isso é um absurdo, e peço desculpas! Gente, vamos ser precisos, agora a torcida do lado de lá é da tchurma do zoológico, ou melhor, da "bicharada", mesmo!!! kkkkkk
 rdish | Cel Fabriciano | 16-09-07 22h21min
Quem diria, meu nick é talismã !!!!
 Carlos Campos | Resende | 17-09-07 07h05min
MESTRE.......Sem dúvida, a jogada do Kérlon entrou para a história!!!!!!! O Guilherme marca seu nome na história desse jogo. AS FRANGAS CAÍRAM DE 4 OUTRA VEZ. A justiça tarda mas não falha. Elas vão cair e pagar pelo roubo da "pizzaria" no campeonato mineiro. TIMECO MEDÍOCRE. Obrigado Mestre, pela lembrança e homenagem à Velha Guarda. QUE JOGO HISTÓRICO.
 André São João | Lagoa Santa | 17-09-07 10h02min
João Duarte, mais um clássico para as Páginas Históricas Imortais. Para o "campeão do gelo", restou uma foca. Pro Cruzeiro, que tem a TENDA como patrocinador, fez do Mineirão um circo, domando o Leão, amestrando a foquinha e fazendo chorar os palhaços. Abração. CRUZEIRO, PRÁ NÓS VENCER NÃO É APENAS UM IDEAL, E SIM UMA REALIDADE!
 João Duarte | Vitória | 17-09-07 11h48min
Em inglês seria mais ou menos assim o corinho que a torcida celeste cantava para o Leão :
PUT A KEEP ARE YOU...O Leão tá igual ao Clodovil...
Se a turma do Bitoque ainda estivesse ativa esta seria a manchete do dia : Coelho dá uma de Cavalo, bate em Foca e é Excluído do Circo.
Mas, para os açodados de plantão fica aqui a minha confiança de que de título só se deve desistir quando as esperanças matemáticas se esvaírem. E o São Paulo tem histórico de amarelar na reta de chegada...
 Fusil Cruzeirense | Belo Horizonte | 17-09-07 21h23min
PUT A KEEP ARE YOU!!!!????

AHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
Impagável.
 Isaac | Guarapari | 17-09-07 22h26min
MESTRE
O Clássico inesquecível pra mim, foi o que invadi o campo. Uma vitória como aquela que voce já narrou aqui é impagável. Outro jogão foi o do Jacinto....ganhar deles com gol do Jacinto, foi demais....outra ótima foi o gol BEIJINHO DOCE prometido pelo falastrão DADÁ JACA e quem fez foi o Palhinha...a humilhação que o Ronaldinho deu no gringo tristicano....MAS NADA, SE COMPARA AO FOQUINHA ONTEM....HUMILHAÇÃO DEMAIS!!!
 Isaac | Guarapari | 17-09-07 22h29min
MESTRE
Nós membros da VELHA GUARDA, vemos algo em comum do time de meninos de 67 para este de 07...é uma geração maravilhosa, temos um time de meninos que decide jogos no final...e como diria seu parente, com estes meninos não jogo a toalha não.....só depois do apito.
MESTRE
O Foquinha pode ser processado por humilhar um simplório COELHO?
 Isaac | Guarapari | 17-09-07 22h31min
UM DOIS TRES, QUATRO CINCO MIL, O FOQUINHA MANDOU O COELHO PRA PUT A KEEP ARE YOU!!!!!
 Mauricio Sangue Azul | Uberlândia | 17-09-07 22h37min
Realmente aquela imitação de galinha do Paulinho McLaren ... foi demais... e muito engraçado....

Eu estava no campo no dia... grande Jõao Duarte... sempre boas lembransas ...

Força Cruzeiro rumo ao TRI.. contra tudo e contra todos !!!
 André São João | Lagoa Santa | 18-09-07 10h43min
Cruzeiro fez 61 gols até aqui. O São Paulo, 40. Essa diferença é marcante. Mesmo assim a imprensa só quer mostrar a incrível média da DEFESA são-paulina, que só levou 8 gols, contra os nossos 44. Será que o objetivo agora é levar menos gols? Tem como ganhar um jogo de 0 x -1? Prá mim, futebol é bola na rede, é FOQUINHA, é pedalada e os cambal!
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