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 Atualizado em 14-12-18 05h49min  |  Fonte: Cruzeiro.Org (*) |  Qtd Leituras: 789
Cruzeiro é eliminado dentro do Mineirão em atuação complicada


O Cruzeiro lutou, se esforçou e brigou até o fim. Ainda que tenha esbarrado no nervosismo e no bom poder de marcação do Boca Juniors, conseguiu encher mais de 55 mil corações de esperança ao fazer 1 a 0 aos 12min do segundo tempo, em finalização de Sassá, que se igualou a Thiago Neves na artilharia do time na Copa Libertadores (5 gols cada). Mas os argentinos foram frios e ganharam corpo aos 36min do segundo tempo, quando Dedé recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. Com um a menos, a Raposa até tentou buscar o segundo gol que levaria a decisão para os pênaltis. Raniel, aos 42min, teve chance de ouro, porém se atrapalhou ao tentar ajeitar a bola e acabou desarmado por Agustín Rossi. A ducha de água fria veio aos 48min da etapa final: em cobrança de falta de Gago, Ábila ajeitou de peito, Leo não conseguiu cortar, e Pavón chutou forte no ângulo de Fábio: 1 a 1. Minoria, os 1.700 'hinchas' boquenses cantaram alto e rodaram bandeiras e camisas.

O Cruzeiro deixou o campo reclamando muito da atuação do árbitro uruguaio Andrés Cunha. No primeiro tempo, Barcos teve um gol anulado por jogada perigosa de Dedé no goleiro Rossi. No segundo tempo, Arrascaeta sofreu pênalti, prontamente marcado. Mas um impedimento de Barcos flagrado pelo auxiliar e pelo VAR fizeram o juiz voltar atrás na marcação. O clube mineiro ainda se queixou da expulsão de Dedé devido a um segundo cartão amarelo, na etapa final.

O Boca segue firme em busca do sétimo título da Copa Libertadores e vai enfrentar o Palmeiras nas semifinais. As equipes já se conhecem, pois duelaram na fase de grupos. O Verdão ganhou na Bombonera, por 2 a 0. No Allianz Parque, houve empate por 1 a 1. O Cruzeiro, por sua vez, concentra-se na decisão da Copa do Brasil. Na próxima quarta-feira, às 21h45, no Mineirão, enfrentará o Corinthians pelo jogo de ida. O confronto de volta ocorrerá uma semana depois (17/10), no mesmo horário, na Arena Corinthians. Em busca de sua sexta taça, a Raposa acumulará R$ 61,9 milhões em prêmio caso supere o clube paulista, além de assegurar vaga na fase de grupos da Libertadores de 2019.


O JOGO

Derrotado por 2 a 0 no jogo de ida, na Bombonera, o Cruzeiro tinha um obstáculo além do Boca Juniors: o cronômetro do árbitro Andrés Cunha. Aproveitar cada segundo com a bola no pé seria fundamental para uma façanha no Mineirão. Assim que o time deu a saída, Lucas Silva fez lançamento longo para Dedé, que estava na ponta direita do campo de ataque. O zagueiro cabeceou para o bico da meia-lua, e Arrascaeta, de primeira, chutou no meio do gol, nas mãos de Agustín Rossi. O lance em si não ofereceu tanto perigo ao goleiro argentino, mas serviu para incendiar os torcedores e manter viva a esperança da virada.

Mas o Boca usou o artifício da catimba, contrariando as expectativas do técnico celeste Mano Menezes na entrevista coletiva dessa quarta-feira. A cada tiro de meta, Agustín Rossi demorava entre 10 e 15 segundos para executar a cobrança. O uruguaio Andrés cunha chamou a atenção do goleiro xeneize, mas não o advertiu com cartão. Isso irritou profundamente os jogadores cruzeirenses e também os torcedores. Quando quis, o Boca soube jogar bola. As escapadas de Villa e Pavón pelo lado direito geraram dificuldades para o lateral-esquerdo Egídio. Fábio, por sua vez, precisou espalmar chute de Zárate em cobrança de falta, aos 33min.

As estatísticas da partida mostraram um Cruzeiro com mais de 60% de posse de bola, porém com dificuldades de envolver a defesa do Boca na troca de passes no campo de ataque. O sistema armado por Guillermo Schelotto fechava os espaços pelos lados. Os atacantes Pavón, Villa e Zárate eram disciplinados na marcação e por vezes dificultavam os avanços de Edilson e Egídio. Diante dessa postura, Arrascaeta e Robinho ficaram isolados e viraram presas fáceis para o time xeneize.

O que fazer para fugir da retranca? Chutar de fora da área? Apostar em cruzamentos? Lucas Silva tentou do meio da rua, aos 41min, e obrigou Rossi a espalmar. Aos 46min, Edilson cobrou falta do lado direito, Rossi saiu de soco e a bola sobrou limpa para Barcos ajeitar e mandar na rede. Mas o árbitro Andrés Cunha alegou jogo perigoso de Dedé, por um pé alto no goleiro do Boca, e assinalou falta. A multidão no Mineirão, claro, ficou na bronca e de maneira uníssona gritou: ‘Ladrão, ladrão, ladrão’.

No intervalo do jogo, foi possível ver os sete reservas do Cruzeiro batendo bola no campo. Sinal de que Mano Menezes não efetuaria substituição, apesar dos pedidos pela entrada de Sassá. Aos 9min, Arrascaeta tabelou com Barcos, invadiu a área e foi derrubado por Magallán. Pênalti? Não! O árbitro Andrés Cunha chegou a apontar para a marca penal, mas voltou atrás ao ser avisado pelo assistente número um, Nicolás Tarán, de que o Pirata estava impedido quando fez o ‘pivô’. O público esbravejou: ´Vergonha, vergonha, vergonha!`.

Aos 11min, o Cruzeiro tinha um escanteio. Mano resolveu mudar o time na hora da cobrança. Aclamado pelos torcedores celestes, Sassá entrou no lugar de Lucas Silva e correu para a pequena área. No segundo poste, ele aguardou atentamente o cruzamento de Arrascaeta e o desvio de Leo para chutar de primeira e fazer 1 a 0. Enfim, Andrés Cunha apontou para o meio-campo. Gol do Cruzeiro!

Como precisava marcar o segundo gol para, no mínimo, levar as quartas de final aos pênaltis, o Cruzeiro fez a segunda alteração aos 19min. Barcos, que teve muita dificuldade na briga com os zagueiros do Boca, deu lugar a Raniel. A exposição demasiada tinha seus riscos: quando o time argentino recuperava a bola, encontrava um grande latifúndio no gramado do Mineirão para trabalhar o passe e oferecer perigo à Raposa.

A última cartada de Mano Menezes era Rafinha, que entrou no lugar de Arrascaeta aos 30min do segundo tempo. As chances de reação se complicaram de vez aos 36min, quando Dedé cometeu falta em Pavón e foi expulso pelo acúmulo de dois cartões amarelos. Com um a menos e sem substituições a fazer, o time celeste ficou exposto na defesa. Aos 39min, Gago bateu falta, e Ábila cabeceou a bola na trave. O último suspiro cruzeirense veio aos 42min, mas Raniel não conseguiu ajeitar a redonda como queria após falha de Agustín Rossi e o goleiro do Boca afastou de carrinho. A ducha de água fria veio aos 48min: Ábila tocou de peito para a grande área, Leo falhou e Pavón soltou a bomba no ângulo: 1 a 1. Fim do sonho do Cruzeiro na Libertadores. Hora de sacudir a poeira e pensar na decisão da Copa do Brasil, contra o Corinthians.



FICHA TÉCNICA

CRUZEIRO 1 X 1 BOCA JUNIORS

Motivo: jogo de volta das quartas de final da Copa Libertadores
Estádio: Mineirão
Data: quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Árbitro: Andrés Cunha (URU)
Assistentes: Nicolás Tarán e Mauricio Espinoza (URU)
Árbitro de vídeo: Leodán González (URU)

Público Presente: 56.971
Público Pagante: 48.925
Renda: R$ 2.652.600,00

CRUZEIRO - Fábio; Edilson, Dedé, Leo e Egídio; Henrique e Lucas Silva (Sassá, aos 11min do 2ºT); Robinho, Thiago Neves e Arrascaeta (Rafinha, aos 30min do 2ºT); Barcos (Raniel, aos 19min do 2ºT). Técnico: Mano Menezes

BOCA JUNIORS - Rossi; Buffarini, Izquierdoz, Magallán e Olaza; Barrios, Nández e Pérez (Gago, aos 27min do 2ºT); Villa (Cardona, aos 42min do 2ºT), Zárate (Ábila, aos 35min do 2ºT) e Pavón. Técnico: Guillermo Schelotto

Gols: Sassá, aos 12min do 2º (CRU); Pavón, aos 48min do 2ºT

Cartões amarelos: Egídio, aos 35min do 1ºT. Dedé, aos 5min e aos 36min, Rafael, aos 31min do 2ºT (CRU) Pérez, aos 21min do 1ºT. Zárate, aos 32min do 2ºT (BOC)

Cartão vermelho: Dedé, aos 36min do 2ºT (CRU)


(*) Com conteúdo de Superesportes/UAI


/elo


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Comentrios:  Clique aqui e deixe o seu comentrio

 pyxis | BHZ | 05-10-18 09h49min
Estou Muito chateado.
Mas esperar o quê de um técnico e do time que entra em campo com Barcos (Sassá e Raniel no banco), Edílson (Romero no banco), e tem atuação PÍFIA (como tem acontecido MUITO) do TN30?????
Torcer, não torcemos, mas não somos idiotas e nem teleguiados.
A guerra agora é outra.
A torcida fez a sua parte, façam a de VOCÊS agora !
 brunodaniel07 | Jo�o Pinheiro | 05-10-18 09h52min
Arbitragem muito ruim ontem, minou o Cruzeiro o jogo todo e deixou o Boca fazer oque quis, oque não me assusta nem um pouco quando se trata de conmebol e times argentinos. Só que não dá também pra ficar só culpando juiz, o time do Mano Menezes não consegue fazer gol, é impressionante! Se ficarem nessa de arbitragem e não melhorarem o rendimento a Copa do Brasil fica muito ameaçada, precisamos capitalizar as chances que temos, são 300 chances pra fazer um gol, assim não dá.
 pyxis | BHZ | 05-10-18 09h54min
Melhor em campo: Léo
Piores em campo: TN30, Barcos e Edílson
Herói do jogo: Sassá
Vilão do jogo: Dedé 380v tetrafásico
Vilão da desclassificação: Mano Menezes
Minhas notas: Fábio(6,5), Edilson(2), Dedé(3), Leo(7), Egídio(5,5), Henrique(5), Lucas Silva(5), Sassá(6), Robinho(3), TN(2), Arrascaeta(4,5), Rafinha(3), Barcos(2), Raniel(3,5). Mano Menezes(2)
 mrr | Natal | 05-10-18 11h19min
Evandro, perfeita observação do jogo! O sentimento com relação ao time titular e as modificações foram as mesmas. Mano tem um conceito ultrapassado de treinador que craque(ex-craque) pode ficar 10 partidas sem fazer gols ou passes decisivos, mas um dia faz a diferença. NÃO EXISTE NADA MAIS ULTRAPASSADO. Não vou nem entrar na questão da incapacidade de montar um time realmente ofensivo, pois na cabeça do distribuidor, ficou evidente que é colocar 10 atacantes e desestruturar o time inteiro.
 _vitor | Vitoria | 05-10-18 15h56min
Thiago Neves de novo perdeu gols feitos! Como pode ainda ter torcedor que chama ele de ídolo?! E o Barcos? Esse sim é vagalume! A culpa dessa eliminação é do Mano, e não da arbitragem, como querem empurrar pros torcedores. No Cruzeiro os melhores não jogam, um desperdício!
 _vitor | Vitoria | 05-10-18 16h00min
E achei patética a cena do Wagner reclamando e chamando o juiz de ladrão. Um cara que declara apoio a Aécio Neves e tem como aliado Itair Machado não tem moral nenhuma pra falar essas coisas. E tem torcedor idolatrando o Wagner por essas falas..
 pyxis | BHZ | 07-10-18 05h16min
Vítor, assim como GPT, WPires está sendo mal assessorado ... mas, assim como GPT, Wagner está sendo o ´presidente raiz` que a torcida gosta... aquele que se equipara aos boquirrotos do galinheiro, aquele que gosta de um microfone e uma câmera para fazer suas ´declarações` como se estivesse numa ´bancada` jogando para a torcida. QUem sabe funciona se ele resolver se candidatar ou apoiar algum candidato mais agradável a ele e ao bolso de outras pessoas, COMO ELE FEZ e provocou uma cisão celeste !
 estrelado campeao | Ubá  | 07-10-18 11h30min
Amigos estrelados, a pancada foi forte. Esperava muito essa Libertadores. E apesar de toda as limitações do elenco, poderíamos sonhar com a conquista sim. Na minha opinião, o elenco é muito mais mal utilizado do que limitado. Temos opções sim.
 estrelado campeao | Ubá  | 07-10-18 11h33min
Achei interessante a pergunta de um repórter ao Mano : não seria mais desejável entar de cara com um forte poder ofensivo se havia a necessidade de fazer gols? Ou seja, de cara com Sassá e Raniel(que até não entrou bem), deixando Barcos e o Arrascaeta( que estava meia boca) para a segunda etapa. Faltou volúpia. Mesmo com todo erro de arbitragem dava pra reverter.
 estrelado campeao | Ubá  | 07-10-18 11h37min
Agora é o Gambá. Sem o Arrasca e sem o Sassá. Pelo menos poderiam adiar a apresentação do Arrasca para o dia 11. Seria uma tentativa. Agora o Mano vai ter que se explicar ofensivamente contra um time que ainda prega mais o jogo defensivo. Deu certo( e sorte) contra o Emplumado, Não deu certo contra o Boca. Vamos ver na terceira tentativa. Vitória por qualquer placar no Mineirão já está de bom tamanho.
 estrelado campeao | Ubá  | 07-10-18 11h40min
E se o Fred entrou contra o Porco, porque não poderia ter ficado como opção para os 15 minutos finais? E o Romero? Seria opção para a lateral e para o meio campo. Esperava uma outra escalação de início.
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