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 Acesso mais recente em 06-06-20 06h00min  |  Fonte: GloboEsporte.Com |  Qtd Leituras: 122
Cruzeiro da início à expansão nos eSports e jogará a LBFF 2020


Se tem uma modalidade dos eSports que é uma unanimidade entre os jovens no Brasil atualmente, esta é o Free Fire. O Cruzeiro, que já participa do competitivo do FIFA 20, é um dos clubes de futebol que vêm estudando o battle royale da Garena como forma de atrair os mais novos e inclusive vai disputar a Série B da Liga Brasileira de Free Fire (LBFF) de 2020 na próxima etapa do campeonato. O interessante por parte da Raposa é que o investimento no game se deu por uma oportunidade de momento, sendo apenas o segundo dentro da estratégia de expansão a longo prazo no esporte eletrônico.

- O Free Fire chegou para o Cruzeiro muito mais como uma oportunidade porque a gente ainda está focado no futebol virtual. Porém, pelo fato da marca Cruzeiro ser forte nacionalmente, algumas equipes, inclusive da Série A da LBFF, nos procuraram em busca de patrocínio - revelou ao E-SporTV o diretor-executivo da E-Flix, empresa que gerencia o Cruzeiro nos eSports, Marcelo Fadul.

O investimento do clube mineiro no Free Fire se deu seis meses após a entrada no esporte eletrônico. O primeiro resultado do Cruzeiro no battle royale da Garena pode ser considerado satisfatório, mas não ideal. Dentre os 1.536 participantes da Série C da 1ª Etapa da LBFF, que terminou no último domingo, o time conseguiu chegar ao mata-mata e, na sequência, se classificou para a Série B. Se tivesse ido mais longe na competição poderia ter abocanhado uma vaga direta na Série A, onde estão times badalados como o atual campeão mundial Corinthians, a LOUD e a campeã brasileira Team Liquid.

- A gente gostou de começar com uma equipe bem na base, bem fora dos holofotes para que pudéssemos crescer juntos. Optamos pela melhor proposta avaliando o desempenho técnico e fechamos com essas equipes próprias - explicou Fadul.

Está enganado aquele que pensa que a presença do Cruzeiro nos eSports ficará limitada nas modalidades em que o clube já investe. Segundo Fadul, a intenção é, a longo prazo, expandir as operações para Counter-Strike: Global Offensive (CS:GO), Fortnite e League of Legends.

- As modalidades com as quais o Cruzeiro pretende trabalhar não devem exceder cinco porque, em cada uma que você constrói, existe um staff muito grande, e queremos trabalhar muito bem com cada jogo. Queremos entregar em todas a mesma excelência já existente no futebol virtual - afirmou.

Diretor comercial e de novos negócios do Cruzeiro, Renê Salviano diz que o clube busca novos patrocinadores a fim de melhorar a estrutura oferecida aos atletas e de criar novas ações para que haja um aumento na interação entre os eSports e a torcida do esporte tradicional.

- Não daremos nenhum passo com risco financeiro ao clube. Está dentro do planejamento estratégico desse projeto. Porém, ao mesmo tempo, queremos ser referências mundiais no segmento. O torcedor pode esperar: esse projeto crescerá muito e será orgulho para a torcida, como já é a história da nossa instituição - garante Renê Salviano.


Nada de dinheiro do futebol

Os torcedores que são contra os investimentos feitos pelos clubes nos eSports usam como argumento a possibilidade de tais projetos serem bancados pelo dinheiro do futebol. Isso não acontece no caso do Cruzeiro, assim garantem tanto o diretor de novos negócios da Raposa como também o executivo da E-Flix.

- Uma das principais premissas para analisar um projeto especial é o risco financeiro, que nesse caso, não há. É uma parceria com uma das maiores empresas brasileiras e que não gera custo ao clube. É um trabalho de gestão de altíssima qualidade, com atletas de alto nível, uma marca mundial gigante para um público mais do que especial, nossos milhões de torcedores ao redor do mundo - afirma Renê Salviano.

Complementando o executivo do Cruzeiro, Marcelo Fadul revela que uma das metas traçadas pelo projeto é que ele chegue a um ponto de gerar receitas que possam ser usadas no futebol.

- O projeto é, para curto e médio prazo, haja receita que possa ser destinada ao futebol. O Cruzeiro não banca nenhum atleta, nenhuma equipe. Todos os jogadores são alocados na estrutura que a E-Flix proporciona. O clube tem dado suporte em levar os atletas para os jogos a fim de realizar ativações, como chamadas e eventos em camarotes do estádio, além da visitação a Toca da Raposa, apoio psicológico e de fisioterapia, caso haja alguma lesão - explica.


Balanço

Segundo, Renê Salviano, o balanço do Cruzeiro nos eSports é positivo tendo em vista que o projeto cresce a cada dia.

- Vivemos um desenvolvimento tecnológico em massa das últimas décadas onde, é claro, surge uma revolução na forma que a sociedade vê o entretenimento. Algumas formas tradicionais deram lugar aos jogos eletrônicos e isto é percebido facilmente nos impactos culturais gerados. Precisamos enxergar os ganhos que podem trazer, como o estímulo gerado ao desenvolvimento tecnológico, mas, claro, ficando muito atentos ao período destinado à prática e sabendo que tudo em excesso tem também seus pontos negativos - opina o diretor comercial e de novos negócios.

O executivo explica que o investimento feito pelo Cruzeiro no eSport aconteceu após o clube enxergar a necessidade e oportunidade da agremiação ter uma divisão ao analisar os pontos de contato com o torcedor.

Quanto ao plano traçado pelo Cruzeiro para aproximar os atletas que representam o clube nas modalidades eletrônicas da torcida geral, Renê Salviano comenta sobre realizações de torneios e outras atividades dentro das instalações da Raposa.

- Além de campeonatos e ações de ativação e experiência, temos também o cuidado ao escolher os atletas que nos representam, que carregam o nosso nome. Queremos que sejam de alguma forma exemplos para os que os acompanham - aponta o executivo do Cruzeiro.

Marcelo Fadul fala ainda sobre a possibilidade de o Cruzeiro atrair torcedores de clubes rivais que se sentem ´órfãos` por essas agremiações ainda não estarem inseridas nos esportes eletrônicos.

- Podemos até conquistar torcedores que não são do Cruzeiro. Recebemos algumas mensagens de torcedores rivais, como do Atlético, que disseram que pelo fato do Galo não estar no eSports iam torcer para que a gente representasse bem Minas Gerais. Os jogos eletrônicos conseguem transcender a forma tradicional de se torcer - comenta.


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 pyxis | BHZ | 25-03-20 23h21min
Fiz projeto e apresentei às 3 (TRÊS) últimas diretorias sobre e-Sports. Parece que agora tá chegando perto... quem sabe com a crise do COVID-19, alguma atenção seja dada ao tema.
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