Ola visitante, Clique aqui para conectar ao site

 Home | Noticias | Blog PHD | Charges | Colunistas | Competicoes | Especiais | 

Cruzeirenses pelo Mundo | Torcedor do Futuro | Servicos | Quem Somos 

*** AVISO - PODCASTs, NOTÍCIAS E COLUNAS DE OPINIÃO ESTARÃO, a partir de 26 de JULHO de 2020 no Blog PHD ***

 Acesso mais recente em 19-09-20 06h56min  |  Fonte: GloboEsporte.Com |  Qtd Leituras: 481
Cruzeiro tem quase um time de ex-jogadores trabalhando no clube


Na última quinta-feira, o Cruzeiro ganhou o reforço de um craque. Dirceu Lopes, segundo maior artilheiro e também um dos maiores ídolos da quase centenária história celeste, foi anunciado pelo presidente Sérgio Santos Rodrigues como novo coordenador das categorias de base.

No total, são nove. Dirceu Lopes, sem dúvida, é o que tem seu nome mais marcado no clube, mas todos construíram histórias bonitas vestindo a camisa estrelada. Todos levantaram troféus, do Mineiro à Libertadores.

Outros ex-atletas do Cruzeiro que trabalham no clube, seja na base ou no profissional:


Deivid – Diretor técnico

Passou pelo Cruzeiro em diversas áreas do profissional. Primeiro como jogador, em 2003. Ficou no clube por apenas seis meses, tempo suficiente para ser campeão do Mineiro e da Copa do Brasil como um dos destaques daquele time, formando trio ofensivo com Alex e Aristizábal. Disputou 38 jogos e marcou 28 gols.

Depois, retornou ao clube como auxiliar do técnico Mano Menezes, em 2015. No fim daquele ano, Mano deixou o Cruzeiro rumo à China e indicou à diretoria que efetivasse Deivid como treinador no ano seguinte. Foi o que aconteceu. No entanto, a passagem durou apenas quatro meses, até que o ex-atacante foi demitido. Agora, retornou à Toca no início deste mês para integrar o departamento de futebol na condição de diretor técnico.


Luís Fernando Flores: auxiliar de Enderson Moreira

O meia foi um dos grandes nomes do Cruzeiro no fim do século passado. Chegou ao clube depois de passagem pelo Internacional e, na Raposa, ajudou a escrever, entre 1990 e 1996, páginas vitoriosas de um time que se reerguia depois de uma década de 1980 complicada. Disputou 276 jogos, marcou 53 gols e conquistou duas vezes a Copa do Brasil (1993 e 1996), duas vezes a Supercopa (1991 e 1992), três vezes o Mineiro (1992, 1994 e 1996), e uma vez a Copa Ouro e a Copa Master, ambas em 1995.

Retornou ao clube após pouco menos de 10 anos, em 2005, para trabalhar nas categorias de base, onde ficou até 2011. Na Toquinha, trabalhou como auxiliar e também como observador técnico. Agora, retorna ao clube na condição de auxiliar de Enderson Moreira, e a missão é a, mais uma vez, ajudar a reerguer o clube, como começou a fazer há 30 anos.


Célio Lúcio: auxiliar fixo

Foi companheiro de Luis Fernando no Cruzeiro na década de 1990. A diferença é que ele estava subindo das categorias de base, onde chegou ainda criança. A estreia como profissional ocorreu em 1991, aos 20 anos. O ex-zagueiro ficou no clube até 1997, e o principal título de sua carreira foi exatamente naquele ano: a Libertadores.

Depois de retornar ao clube para trabalhar nas categorias de base, chegou ao posto de treinador do sub-20 no ano passado, quando Ricardo Resende subiu ao profissional. Este ano, após comandar a equipe júnior na Copinha, tornou-se auxiliar fixo da comissão técnica profissional para ajudar na transição dos vários jovens que subiram, cargo que exerce até hoje.


Leandro Guerreiro: técnico do sub-14

Leandro Guerreiro chegou ao Cruzeiro em 2011, como ídolo do Botafogo, onde tinha jogado por quatro anos. Ficou na Toca até o fim de 2013, tempo suficiente para criar identificação com a torcida. Fez 118 jogos e quatro gols – um deles na goleada por 6 a 1 sobre o Atlético-MG, que livrou o time celeste do rebaixamento em 2011. Conquistou um Mineiro e um Brasileiro. O ex-volante retornou à Toca da Raposa em julho de 2018, na condição de auxiliar-técnico do sub-15. Atualmente, é o treinador da categoria sub-14.


Marco Antônio: observador técnico

Fez parte de um dos maiores times da história do Cruzeiro. O atacante, que usava a nove, estava naquele elenco que ficou marcado por superar o Santos de Pelé e conquistar a Taça Brasil de 1966. Marco Antônio marcou três gols em duas partidas da competição. Agora voltará a fazer dupla com Dirceu Lopes, mas na tentativa de formar outros craques com DNA azul e branco.


Careca: observador técnico

Hamilton de Souza é o nome de batismo, mas Careca é o apelido com o qual ele já chegou ao Cruzeiro, aos 15 anos de idade. O mineiro, natural da cidade de Passos, chegou ao profissional em 1987, aos 19 anos, pelas mãos do técnico Carlos Alberto Silva. Naquele mesmo ano, o garoto mostrou estrela ao fazer um dos gols na vitória por 2 a 0 sobre o Atlético-MG na final do Mineiro. Na decisão de 1980, voltou a deixar sua marca diante do maior rival. Balançar as redes contra o alvinegro, inclusive, era uma das suas marcas desde a base. Hoje, como observador técnico, Careca é um dos responsáveis por captar talentos Brasil afora. Ele também já trabalhou como auxiliar-técnico do sub-17.


Gilmar Francisco: observador técnico

Era o chamado zagueiro raiz, mas tinha boa saída de bola, se impunha pelo alto e também assustava os goleiros adversários com seu bom chute. É contemporâneo de Careca e, assim como ex-atacante, chegou jovem à Raposa. Aos 16 anos, para ser mais específico, após se destacar com a camisa do Uberlândia. Em 1986, aos 17 anos, já assumia a titularidade. O trabalho como observador técnico das categorias de base do Cruzeiro acontece há mais de uma década.


Ronaldinho

É o único entre todos os ex-jogadores do Cruzeiro que não trabalha diretamente ligado ao departamento de futebol. Sua função, no entanto, não é menos importante. É o supervisor administrativo da Toca da Raposa I. Na época de jogador, era lateral-direito e defendeu as cores do Cruzeiro entre o fim da década de 1980 e o início dos anos 1990.

/elo


Cruzeiro.Org - 25 anos

Comentários:  Clique aqui e deixe o seu comentário

 Romarol | N�o definido | 23-06-20 09h45min
Em princípio, para funções esportivas, não vejo mal nenhum. Ao contrário, super válido. Mas depois daquela saída do Raul Plasmann no início do ano com suas justificativas caquéticas, talvez, seja apenas um cabide de emprego no clube.
 pyxis | BHZ | 23-06-20 10h08min
Copiando o que escrevi em outras redes e canais...
Penso que para trabalhar no meu @Cruzeiro tem que ter qualificação.
E não gostaria de ver um ídolo eterno, como o Dirceu Lopes, sendo xingado por torcedores que não respeitam o passado.
 pyxis | BHZ | 23-06-20 10h19min
Romarol, pois eu vejo mais MALES do que benefícios, especialmente se o ex-atleta, ídolo ou não,não foi qualificado.
O futebol tem evoluído e tomemos Deivid como exemplo, ex-jogador, não serviu de técnico, virou agente de jogador e agora volta para ser diretor técnico?
Ele qualificou-se pra quê mesmo?
No Cruzeiro e em várias equipes NO MUNDO, os exemplos de INSUCESSO são muito maiores do que os de sucesso...
TODOS de sucesso se QUALIFICARAM !
cont ...
 pyxis | BHZ | 23-06-20 10h21min
...
ídolo não deve se misturar...
Veja, por exemplo, a postura de dois ex-jogadores, ídolos na minha opinião, que são exemplares...
Piazza e Tostão
Fazem questão de manterem-se DISTANTES ... e são QUALIFICADOS para muitas coisas... e os considero mais ídolos por isso.
TORCEDOR não pensa racionalmente quando alguma coisa dá ´errado`.
 Fábio Velame | Não definido | 23-06-20 11h25min
Qualificação sempre será importante para um profissional, mas no futebol existem muitas variáveis que podem atrapalhar o trabalho de um profissional mesmo qualificado.
 Fábio Velame | Não definido | 23-06-20 11h29min
O nome de Dirceu Lopes pode ser uma espécie de trunfo para agradar a torcida, já que o eterno ídolo camisa 10 tem história dentro de campo. Fora dele não sei se tem a qualificação para desempenhar a função que lhe foi concedida. Roberto Dinamite talvez seja um dos maiores exemplos de fracasso de um grande ídolo (do Vasco) trabalhando no clube que fez sucesso quando jogador.
 pyxis | BHZ | 23-06-20 11h51min
Velame,
NO BRASIL, posso citar UMA DÚZIA de ídolos (e não ex-jogadores) que tiveram problemas quando viraram dirigentes ou técnicos onde foram grandes ídolos.
O citado Dinamite e acrescento Falcão, Cerezo, Carpegiani, Dario Pereira, Leonardo, Júnior, Zinho e alguns outros.
Zico preferiu distãncia, Tostão fica afastado...
a discussão vai longe e, INFELIZMENTE, pelas manifestações que tenho recebido, 90% dos cruzeirenses é favorável...
A imagem do Dirceu Lopes pesa...
 Twitter 

 Notícias   rss
26/07 - 07h00 [1 coment.]
Cruzeiro.Org muda o foco de seu conteúdo e serviços 

10/07 - 11h07 [0 coment.]
COLAPSO: ´Má Gestão x Má Fé` por Sérgio Santos Rodrigues 

10/07 - 07h07 [0 coment.]
CENTENÁRIO: CBF marca jogo contra o Cuiabá (MT) dia 2 de janeiro 

10/07 - 06h49 [0 coment.]
COLAPSO: Aumento das despesas de salários em 50% com Wagner Pires 

09/07 - 19h34 [0 coment.]
CENTENÁRIO: Vinte anos do TRI na Copa do Brasil na Toca 3 

09/07 - 19h17 [0 coment.]
COVID-19: CBF define calendário. Série B encerrará em 30 de janeiro 

08/07 - 12h42 [0 coment.]
COVID-19: Cruzeiro prioriza Toca 3 mas avalia sede no interior 

07/07 - 19h29 [0 coment.]
COVID-19: FMF define retorno do Mineiro 2020 para 26 de julho 

>> Mais noticias
 Publicidade 


Cruzeiro.Org® Desde 1999 - Site Oficial da Torcida - ANO 21 - Contatos para Webmaster